Horizontes invisíveis

Obra pertencente à coleção Ecos do Tempo, reflete a ideia de horizontes que ainda não foram descobertos, o invisível e o desconhecido que o futuro nos reserva. A peça apresenta um banco vazio, suspenso na beira de um precipício entre duas formações rochosas, e está pensada como um convite à introspecção, para deter-se e contemplar o que ainda não podemos ver.
O vazio abaixo do banco simboliza a incerteza que sentimos diante do que ainda não ocorreu, enquanto as rochas representam a estabilidade e as bases sobre as quais nos apoiamos na vida. O horizonte banhado por uma luz morna sugere esperança, uma promessa de novas oportunidades que estão por se revelar.
Quis que o espectador se projetasse neste espaço, que sentisse que o banco está ali para ele, para que ele tire um momento e enfrente seu próprio horizonte não visto a partir de um lugar de reflexão e abertura para o futuro.