Observando Esferas
Nesta pintura, formas básicas — círculos pretos e brancos, pontos e estruturas esféricas repetidas — emergem em camadas densas e sobrepostas. Abaixo delas encontram-se formas fragmentadas derivadas de aparelhos elétricos: vestígios de função, tecnologia e maquinaria doméstica.
Quanto mais as camadas se acumulam, mais a imagem se desloca da estrutura para a inquietação. O que a princípio parece ser uma grade começa a

dissolver-se em algo mais instável, mais vivo. As esferas em preto e branco dominam a superfície como sinais, sensores, ou olhos primitivos dentro de um sistema em crescimento.
O espectador não olha simplesmente para a pintura. A pintura parece olhar de volta.