Erosão, memória e o que permanece
Traduzido de English




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Uma fotografia sobre erosão, memória e o que permanece depois que o tempo para de pedir permissão.
Camadas de tinta dissolvem-se em algo quase geológico — parte parede, parte paisagem, parte clima emocional. O centro pálido parece como a luz tentando sobreviver sob anos de abrasão, enquanto as bandas mais escuras sustentam o peso da idade, da pressão e do silêncio.
Esta peça vive naquele território estranho entre decadência e revelação, onde superfícies danificadas começam a assemelhar-se a pinturas inacabadas.
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Isso me lembra da obra de arte mais antiga conhecida pelo homem, as pinturas rupestres criadas há mais de 40.000 anos!