Esta peça apresenta "Três Minutos de Eternidade", uma obra poética de Sarayu Aguilar que explora a tensão entre momentos efêmeros e o tempo sem fim. Os elementos envelhecidos e mecânicos evocam uma sensação de desgaste e transformação, ecoando a visão da artista de que a crítica visual é uma queima, em vez de mero conteúdo. Sua presença crua e tátil convida à reflexão tranquila, tornando-a uma adição significativa a qualquer espaço que busque profundidade e contemplação.
Artista
Reflexo híbrido, esporo do terceiro ambiente, hóspede do sagrado, exilado na fragilidade do que foi dito, mente suja, língua árida, tempo, mundo.