Descrição
Um retrato audacioso e contemporâneo que explora identidade, pertencimento e os limites que moldam a forma como nos vemos a nós mesmos e aos outros. O rosto da mulher está dividido em tons contrastantes, enquadrado por cabelos com reflexos prateados e um piercing verde marcante. Atrás dela, interpretações abstratas da bandeira Māori e da Union Jack unem dois mundos culturais, expressos através de blocos geométricos de vermelho, azul, preto e branco. Para o artista, a obra reflete a complexidade de viver entre culturas e a experiência de carregar múltiplas histórias dentro de uma só identidade. A linha torna-se uma metáfora para as divisões, rótulos e expectativas que podem nos separar, mesmo quando mundos diferentes coexistem dentro da mesma pessoa. A LINHA convida-nos a questionar de onde vêm esses limites, quem os traça e se a identidade realmente cabe dentro das linhas que os outros criam.