Descrição
"Eryndor" é a figura central e a origem do Jardim das Almas. Esta obra de arte digital surreal explora o conceito de presença pura e quietude. Eryndor não age nem busca; ele simplesmente existe como a raiz do jardim, onde tudo desacelera e retorna ao seu estado natural.
Seus chifres crescem não para fora, mas para dentro, surgindo como ramos de percepção que desabrocham com uma clareza que não requer atenção. Ele representa a origem silenciosa da percepção, onde a sensibilidade se torna a forma mais pura de força. Como a primeira testemunha e o ponto quieto a partir do qual o Jardim se desdobra, Eryndor nos lembra que antes do movimento, do sentimento ou do pensamento — há presença.
Esta peça faz parte de uma série conceitual maior, criada com detalhes intrincados para evocar um senso de calma mística e beleza introspectiva.