Descrição
Frequência das Sombras vaga através da escuridão como uma transmissão sussurrada — evasiva, elétrica, e viva com movimento oculto. Camadas de violeta profundo, azul e preto parecem se dobrar umas sobre as outras, enquanto flashes de luz cintilam pela composição como fragmentos de pensamento que se quebram na superfície. O resultado é um pulso visual: misterioso, imersivo e silenciosamente intenso.
Há uma elegância assombrosa na maneira como as formas se dissolvem e reaparecem, como se a peça estivesse presa entre o desaparecimento e o vir a ser. Carrega a sensação de algo sentido mais do que visto — uma corrente sob água imóvel, um rastro iluminado pela lua, um sinal na fronteira do desconhecido.