Descrição
Esta obra captura o momento frágil do “último vento” dentro de uma atmosfera de vanitas tranquila. Dentes-de-leão delicados flutuam sobre um fundo quente, gasto pelo tempo, simbolizando a natureza passageira da vida e a inevitabilidade da transitoriedade. Uma forma azul profunda que varre a composição, como uma última respiração, acrescentando movimento e uma sutil sensação de partida. A interação entre elementos orgânicos e formas abstratas evoca reflexão sobre a mortalidade, a passagem do tempo e a beleza da impermanência.
A peça também é criada usando a abordagem experimental do artista, com a técnica de tela desconstruída, na qual a estrutura do material é intencionalmente perturbada e reinterpretada como parte da própria composição, reforçando o tema da decadência, transformação e efemeridade.