Descrição
Esta peça move-se da forma como a água realmente se move — não como a observamos da margem, mas como ela existe de cima, em toda a sua complexidade. O azul-marinho profundo se divide em veias azul-elétricas ao longo da parte superior da tela, enquanto uma cascata de branco atravessa o centro, como o ar que se liberta. Abaixo, o dourado quente surge da espuma — a terra encontrando o mar, o sólido rendendo-se ao fluido. A paleta sustenta a tensão entre escuridão e luz, a selvageria e a quietude, o conhecido e o incognoscível. Isto é água como paisagem, como emoção, como memória.