Descrição
O Guardião posiciona um corvo atento ao lado de duas crianças sombreadas, transformando uma cena de rua em uma observação contundente sobre a vida urbana — quem vigia, quais histórias são impressas e quem fica para seguir adiante. Pedaços de jornal rasgado e marcas semelhantes a grafite substituem manchetes e barulho, sugerindo como a narrativa pública e o abandono se sobrepõem aos momentos do dia a dia. O pássaro lê como protetor, testemunha e provocador ao mesmo tempo, levantando questões sobre segurança, atenção e responsabilidade em espaços compartilhados.