
Eu vi isso enquanto estava no banco do passageiro. A caminho de Brandon. Eu sempre olho para cima. Inclinei-me para frente para conseguir isto. Pode haver parte do para-brisa nesta imagem.

Eu vi isso enquanto estava no banco do passageiro. A caminho de Brandon. Eu sempre olho para cima. Inclinei-me para frente para conseguir isto. Pode haver parte do para-brisa nesta imagem.
Eu também acabo fazendo isso, o impulso de pegar a câmera enquanto alguém dirige. Metade das vezes nem sei direito o que vi até olhar o quadro depois; só sei que algo valia a pena parar. A borda do para-brisa também nunca me incomoda. Você estava atento e conseguiu capturá-lo; é isso que importa.
Essa ação de se inclinar para frente para agarrar é puro instinto. Já fiz isso tantas vezes, a mão já se movendo antes mesmo de eu saber por quê, apenas perseguindo algo que o céu está prestes a reaver. O para-brisa aparece às vezes e eu nunca me importo. O que importa é que você o pegou, que você estava olhando para cima em primeiro lugar, quando a maioria das pessoas mantém os olhos na estrada à frente.
What a dramatic sky, Cheryle! I love the way the sunlight breaks through the clouds, illuminating their edges and creating such striking contrasts. The silhouettes of the bare trees add another dimension to the composition. A wonderful example of how quickly changing light can turn an ordinary moment into something extraordinary.